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terça-feira, 9 de agosto de 2011

O TOQUE DO CARINHO


Muitos povos representam seu amor com palavras e atitudes.
O toque e o contato físico têm o poder de aproximar as pessoas. Estão ligados às emoções de cada um. É um modo de demonstrar o carinho por alguém. No Brasil, estamos acostumados a abraçar e beijar o tempo todo. Seja para cumprimentar, para comemorar ou mesmo para consolar. O abraço e o beijo significam que você gosta daquela pessoa.
Muitas vezes, o abraço pode até mesmo substituir palavras. Quantas vezes isso já não aconteceu com você? Pois é, mas é preciso entender que nem todas as culturas demonstram seu carinho e afeto com o toque. E isso não significa que eles sejam mais frios do que nós. Não é apenas com um abraço e um beijo que podemos demonstrar o que sentimos. Há várias maneiras e todas têm o mesmo poder de aproximar as pessoas e mostrar a elas o quanto são importantes e o quanto gostamos delas.
Brasileiros que moraram em diferentes países contam como o carinho é demonstrado nas diferentes regiões – e como eles se adaptaram (ou não) aos costumes locais.
Alemanha: Para os alemães, as atitudes valem mais que qualquer abraço
Alemanha - Não se beija alguém que acabou de conhecer. "Eles não se tocam muito. Você só pode abraçar e beijar se já conhece e é mais íntimo", conta a consultora de produção Pâmela La Motta, que morou por um ano na Alemanha. "Depois que você conquista a amizade de um alemão, você sabe que pode contar com ele para sempre. Eles demoram a te considerar um amigo, mas quando são é para valer", analisa Pâmela. As atitudes valem mais do que qualquer abraço.
Espanha: Os espanhóis estão sempre juntos, escrevem o quanto gostam uns dos outros e tiram muitas fotos com os amigos

Espanha - A demonstração é muito mais por meio de palavras do que toques. A estudante Daniela Marreco, que mora em Castilla y León há mais de um ano, afirma que é muito difícil ver as pessoas se abraçando e se beijando na rua. "Eles estão sempre juntos, escrevem o quanto gostam uns dos outros e tiram muita foto. É como eles agem para que as pessoas saibam que são queridas", conta Daniela Marreco, que mora na Espanha há mais de um ano. Além disso, são pessoas muito atenciosas. "Inclusive com turistas. Quando veem alguém na rua com um mapa na mão, logo se aproximam perguntam se precisa de alguma ajuda."
Indiana: Na Índia, cumprimenta-se apenas com uma saudação com as mãos, sem contato físico. O Namastê significa respeito para eles
Índia - Apesar de ser um país onde não há contato físico, como aperto de mão ou beijos no rosto, os indianos são carinhosos no jeito de falar uns com os outros. Depois de morar na Alemanha, Pâmela viveu por um mês na Índia fazendo trabalho voluntário e conta que, principalmente as mulheres, cuidam muito umas das outras. "Elas arrumam os cabelos, fazem rena nas mãos, dançam. Estão sempre juntas. Para eles, a atitude vale muito mais do que o contato físico." Já o cumprimento é apenas uma saudação com as mãos, o chamado Namastê. "É sinal de respeito entre eles", destaca Pâmela.
Americanas: Quanto mais íntimo da pessoa, mais o americano demonstra sua amizade
Estados Unidos - Os americanos muitas vezes têm a fama de serem mais frios do que nós e não criarem laços de intimidade facilmente. Mas é claro que isso não significa que eles não têm sentimentos por ninguém. "Eles apenas não exibem em público o carinho que sentem", conta o arquiteto Guilherme Talarico, que mora em Washington há seis anos. No entanto, ele afirma que quanto mais íntimo você é da pessoa, mais ela demonstra sua amizade.
Franceses: Algumas pessoas consideram os franceses mal-educados, mas quando gostam de alguém, demonstram isso de todas as formas
França - Apesar de Paris, capital da França, ser o destino de viagens românticas, os franceses geralmente são bastante reservados. "Eles dificilmente externam carinho ou maior proximidade em público e raramente se tocam", conta o advogado Leandro Pesotti, que morou durante um ano na França. Por isso, algumas pessoas consideram os franceses grossos e mal-educados. Mas, na verdade, eles são muito românticos. E, quando apaixonados, demonstram isso de todas as formas, com gestos, atitudes e palavras.
Dessa forma, entenda que sentir-se amada é muito mais do que receber e dar beijos e abraços. É perceber que aquela pessoa se importa e se preocupa com você. Em muitas culturas, pequenas atitudes e palavras de carinho podem representar muito mais que um abraço. Não que o toque não seja importante, mas o contato físico não é a única forma de você demonstrar seu amor por alguém.
Os costumes são diferentes e, por isso, se uma pessoa não te abraçar não significa que ela não gosta de você. Observe outras atitudes. Elas podem valer muito mais que toques. E lembre-se: as culturas podem ser diferentes, mas sempre podemos aprender uns com os outros.

E pra vocês meus amores...
Fica o meu abraço, os meus beijinhos,
o meu carinho sem ter fim...


Fonte: Terra


terça-feira, 12 de julho de 2011

COSTURANDO MEMÓRIAS !!!

Quando alguém querido morre, lidar com as roupas que sobraram no armário é uma tarefa difícil, porque ali identificamos as cores, o estilo e as estampas que contavam a história de quem não está mais por perto.

A artista e terapeuta americana Sherri Lynn Wood propõe uma forma diferente de lidar com as transições da vida: fazer colchas.
No patchowork cabem, sem um padrão pré-determinado , o vestido de noiva e a toalha de mesa, a camisa de flanela e a calça jeans, as roupas da infância e tudo aquilo que for importante para improvisar na máquina de costura.
Enquanto os retalhos vão sendo rasgados e novamente reunidos, a experiência do luto vai sendo elaborada: reflexão, meditação, oração e partilha também são ferramentas dessa prática que, literalmente, toca dores profundas para homenagear a vida.

Sherri ainda colabora com associações de cuidados paliativos, comunidades religiosas, terapeutas, enfermeiros e diversas organizações artísticas.
Em seu blog, ela reflete sobre caminhos de um trabalho que ajuda a superar a tristeza, com envolvimento e criatividade!!!
Adorei o trabalho da Sherri Lynn! 
Acredito que cada um com sua experiência pessoal, pode canalizar o luto de uma forma que seja suportável viver de modo saudável, com as lembranças dos nossos amados que não se encontram mais conosco.
Beijos...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

CANSEI DE SER FREUD

Por Walcyr Carrasco
"De uns tempos para cá tudo tem explicação psicológica. Marco um jantar com um amigo. Ele chega 45 minutos atrasado, quando eu já estava indo embora. Reclamo. Em vez de pedir desculpas, responde que sou um chato com horário. Discutimos. Dali a alguns dias, uma amiga comum vem defendê-lo:

– Você tem de entender. O pai dele era muito rígido. Tem problema em cumprir compromisso. É uma espécie de rebeldia, sabe?

Francamente, não sei. Fiquei plantado e nem posso reclamar? A maior parte das pessoas – eu inclusive – nunca estudou Freud e outros mestres do inconsciente em profundidade. Lêem-se artigos de revistas, livros de auto-ajuda. Aprende-se em bate-papos com amigos. Mas ouço explicações para cada coisa! Conheço um senhor que abandonou mulher e filhos. Ela batalhou, criou as crianças sozinha. Quando adolescentes, ele ainda botou os meninos contra a mãe, através de vários artifícios. Foi um horror. Ouvi a ex-mulher, já casada novamente, comentar:

– Ele é assim porque veio de uma família desestruturada.

– Quantos saíram de lares complicados e nem por isso são cafajestes? – arrisquei.

Ela me encarou, furiosa:

– Você é moralista.

Se isso é ser moralista, sou sim. Acho obrigação do homem separado ajudar na manutenção dos filhos. Tudo o que antes era "errado", "safado" ou mesmo "maldade" ganhou explicação. A mulher apronta o diabo nas costas do namorado e se descobre que ela tem um problema de rejeição – e para superá-lo quer conquistar a todos que vê pela frente. Bela análise! Mas o que deve fazer o namorado? Dar carona cada vez que ela for resolver seu problema de rejeição com outro?

Fazer terapia é muito bom. Eu faço há muito tempo. Garanto que se não fosse minha primeira terapeuta, Áurea, não seria um escritor. Até então, nunca tinha conseguido concluir um texto iniciado. Graças ao atual, Vicente, continuo produzindo, tendo uma vida emocional com qualidade e resistindo aos impactos da vida profissional. Não concordo com a mania de todo mundo querer agir como terapeuta. Se a omelete vem salgada, a secretária do lar explica:

– Estou com a cabeça cheia de problemas porque meu irmão pegou mania de roubar. É que sempre tivemos pouco em casa e ele cresceu querendo mais.

O ladrão, em vez de ser advertido, está sendo... Compreendido! Alguém está sendo despojado de seus bens por conta do trauma. E eu fico com a omelete salgada!

Pior quando a psicologia vira argumento em causa própria:

– Sou gorda porque tenho trauma de infância. Minha mãe me dava comida gostosa quando eu ficava doente e agora identifico comida com amor.

– Não suporto tomar banho porque meu pai me obrigava a tomar uma ducha fria de manhã.

– Não sou safado. Só não consigo me prender a mulher nenhuma porque meus pais viviam mal.

Existem questões sérias a ser resolvidas em um consultório, é claro. A psicologia deu uma grande contribuição ao mundo moderno, tornando todos mais compreensivos. Mas não quero ser terapeuta no dia-a-dia. Para mim, gente que faz maldade com criança é ruim! Conceitos antigos como bom e ruim têm muito valor. Hoje ficou tão fácil! A pessoa acredita que é uma vítima das circunstâncias e desculpa a si mesma. Depois, fica prontinha para outra!

Eu, hein? Posso ser rígido, mas não tonto. Quando alguém apronta comigo, não me sinto disposto a compreender seus traumas de infância. Fico bravo! É melhor nem chegar perto!"

E você? Também está cansado de sempre ser um Freud ou continua dando ou aceitando "clichês psicologistas" para tudo que faz ou para aceitar as justificativas de alguém?

O que achou do texto?
Fale seu ponto de vista!!!


Vamos encarar os fatos!

Beijos...

Rita Barroso

quinta-feira, 19 de maio de 2011

POLÊMICA: PERSONA NON GRATA

"Durante muito tempo, eu pensei que fosse judeu, e eu estava feliz com isso", afirmou. Mas então um dia eu encontrei [a cineasta judia] Susanne Bier e eu não fiquei muito feliz. E aí eu descobri que eu era, na verdade, nazista (...) Eu entendo Hitler, eu simpatizo um pouco com ele". Lars Von Trier

 A atriz Kirsten Dunst, protagonista de "Melancolia", filme apresentado em Cannes por Lars von Trier, considera que ninguém pode dizer "brincando" que é nazista.

O "anti-semitismo”, desde os tempos greco-romanos, ainda perdura até os dias de hoje...
É uma pena... 
Porque ainda sonho com um mundo de paz & amor entre os povos!

Beijos, sempre...

Rita Barroso

Fonte: Folha de S.Paulo/G1

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A VIDA É O CAMINHO - FERNANDA TORRES

MEMÓRIAS QUE VIRAM HISTÓRIAS

A vida é o caminho

Cannes, 1986

FERNANDA TORRES


NO DIA EM QUE EU SOUBE que o Festival de Cannes havia me concedido, com Barbara Sukowa, o prêmio de melhor atriz de sua edição de 1986, estava na casa do meu irmão pensando em desistir da profissão. Aos 19 anos, emburrada com o ritmo industrial e a responsabilidade de encarar a mocinha da novela "Selva de Pedra", senti o chão se abrir quando o Claudio atendeu o telefone e disse: "Ai, Nanda, você ganhou lá em Cannes".
Tony Ramos e Fernanda Torres, no remake da novela "Selva de Pedra"

No momento do folhetim em que a personagem Simone Marques fugia para Nova York para se transformar na artista plástica Rosana Reis, a película de Arnaldo Jabor havia sido selecionada em Cannes. Em pouco mais de uma semana, fui para os Estados Unidos e voltei para gravar as externas da virada da heroína da TV e embarquei para o festival francês. Uma maratona digna do que minha mãe chama de "a glória com seu cortejo de horrores".
Thales Pan Chacon, Lauro Escorel, Fernanda Torres e Arnaldo Jabor

Era minha segunda vez no festival, a primeira em uma mostra oficial. Na Croisette, percebi a gravidade de minha caipirice: eu não dominava nenhuma língua estrangeira, não era dona de uma beleza estonteante e não sabia me vestir ou me comportar fora do Brasil. 
Cartaz do Filme

No dia seguinte à exibição, o ator e parceiro Thales Pan Chacon ligou perguntando se eu já tinha dado uma olhada nos encartes embaixo da porta. As inúmeras bolas pretas dos impressos refletiam a péssima opinião dos críticos a respeito da nossa fita. 

Thales Pan Chacon e Fernanda Torres, melhor atriz em Cannes por "Eu Sei Que Vou Te Amar", 1986

Fiz as malas e voltei para a urgência dos estúdios de TV. 

Arnaldo Jabor ligou dizendo que corria o boato de que eu poderia levar o prêmio de atriz, mas eu não queria nem podia criar mais desassossego. Fiquei.
Arnaldo Jabor

Quando soube do resultado, lamentei não estar lá. Doeu saber que a agraciada recebeu das mãos de Sting, astro-rei do grupo de rock Police, o lindo broche de ouro na forma de uma folha de palmeira. 
Sting, ainda nos tempos do The Police
Aqui, a notícia se propagou pela voz de Cid Moreira no "Jornal Nacional". O povo fazia o V da vitória nas ruas em um ufanismo digno de Copa do Mundo. 

O Brasil era um país isolado. Não existia a globalização ou os emergentes, a inflação comia solta e casos raros como os do extraordinário "Pixote" e do sensual "Dona Flor e seus Dois Maridos" prometiam, vez por outra, nossa inclusão no mundo civilizado. 

Apesar do êxtase da conquista, sempre soube que minha inexperiência roliça não se comparava ao talento de atrizes como Marília Pêra e Sônia Braga.

Sônia, aliás, fazia parte do júri, e acredito que tenha contribuído para a minha escolha. Com a ajuda do prêmio, participei de dezenas de festivais no exterior e recebi alguns convites de trabalho fora de casa. Virei cidadã do mundo, mas segui na direção oposta. Greta Garbo, quem diria, acabou no Sesc Tijuca. 


O cinema perdeu a força paulatinamente até desaparecer com a Embrafilme. Bia Lessa me sondou para fazer "Orlando", de Virginia Woolf, no teatro. Troquei o "grand écran" por um palco no subúrbio carioca. Eu iria a Cannes ainda uma última vez, com "Kuarup". E só.



Meu caso parece com o de Sandra Corveloni ("Linha de Passe"). Grávida, Sandra recebeu a notícia em casa e voltou imediatamente para a concretude sem luxo de seu grupo teatral. O cinema é um amante irresistível, mas exige uma rotina solitária. Fui uma franco-atiradora por mais de 15 anos até precisar de um chão. 


Guardo o prêmio num cofre, raramente o vejo. Tenho orgulho de tê-lo, mas seu valor é secundário diante da convivência com gente do calibre, entre tantos, de Walter Lima Júnior, Arnaldo Jabor, Ruy Guerra, Anthony Hopkins, Gerald Thomas, Domingos Oliveira, Walter Salles, Daniela Thomas, Luiz Fernando Guimarães, Jorge Furtado e João Ubaldo Ribeiro. 


Como diria Tirésias: a vida é o caminho.
Tirésias - na mitologia grega foi uma famoso profeta cego de Tebas


 Fernadinha querida, sentimos que foi um desabafo, mas acabou! Você é nossa estrela e nós te amamos!
Pois é né gente... c'est la vie...

Beijos...

Rita Barroso

Fonte: Folha de São Paulo

domingo, 24 de abril de 2011

BARBIE ESPECIAL: ANNA DELLO RUSSO

Depois de ser veterinária, rainha, ginasta, aeromoça, rock star e mil e um outros personagens, a Barbie é Anna Dello Russo. Isso mesmo! A editora de moda da “Vogue“ Japão foi a escolhida pela Mattel italiana pra emprestar o seu estilo barroco-fashion-excêntrico à boneca, que comemora seus 50 anos. Para tanto, a Barbie ganhou tendências de animais, renda, transparência, e maxijoias em seu guarda-roupas
 “Acho que sou a Barbie da Internet”, disse Dello Russo numa entrevista ao “NY Times“ sobre o sucesso que faz em blogs e sites de street style. E ainda acrescentou: “As pessoas querem escolher os meus looks, para me vestirem como uma boneca”. Selecionamos alguns deles pra lembrar o motivo da criação dessa Barbie. Veja a galeria!
Anna Dello Russo de Dolce & Gabbana - look que "emprestou" pra Barbie criada em sua homenagem
Look com maxi-ombros de pena e maxi-joias
Dello Russo e suas queridas peles sobre listras da Prada
Animal print mais detalhe de franjas no mini-vestido da editora de moda
Os adorados sapatos metalizados de Anna
Maxi-cinto pra quebrar o preto
Look com estética de Barbie
Os fãs da moça e da boneca, é que não vão gostar muito de saber que a edição é mais que especial e foi feita somente uma unidade, exclusivíssima, de presente para a italiana. 

Bom para Anna, que já tem a sua em casa!!!

Ela agora, é a Barbie, mas só dela


Será???? Bom, neste mundo das  "Vanitas vanitatum, et omnia vanitas", tudo é possível!!!

 Minhas queridas por hoje é só.

Beijos mil e ótima semana !

Rita Barroso



Fonte: The New Yok Times

terça-feira, 19 de abril de 2011

TEXTO DE JOHN LENNON



Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.
Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. 
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. 
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
 
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. 
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. 
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. 
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"
(John Lennon)

 

Espero que gostem do texto, e que algum parágrafo tenha lhe deixado ensinamentos...

Beijos...

Rita Barroso


Colaboração: Flávia Teixeira Braga